quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Ah, pra quê? Por quê??
Pra que tanta angústia?
O que está feito, está feito
é passado, não te incomodas

Porra!!!!

Não foste tu que perdeste a chance?
Não seja prepotente e pense o contrário
Acorda-te, foste no mínimo estúpido
quando não filho da puta consigo mesmo

Ah, clamor do passado que não volta
bendita escuridão que preserva
a ainda vil esperança de acabar nele

Som amargo que me cega
ainda ecoa a dúvida
mas atenta-te, é apenas uma onda
do pretérito imperfeito mais que perfeito

Busca-te a mim uma saída,
não artística, mas real
porque em casos de amor,
o autor é sempre o eu lírico

2 comentários:

Raul Corrêa disse...

Non, rien de rien
Non, je ne regrette rien
Ni le bien qu'on m'a fait
Ni le mal
Tout ça m'est bien égal

Non, rien de rien
Non, je ne regrette rien
Car ma vie, car mes joies
Aujourd`hui ça commence avec toi


acho que é isso aí...


um abraço e um beijo de alguém, no (bem abrangente) possível, sempre disposto.. =)

Anônimo disse...

realmente lindo o poema.
pena que talvez nossas inspirações sejam tão nefastas.

=***
super beijo